quarta-feira, 8 de junho de 2016

São José de Anchieta - 09 de Junho




São José de Anchieta, modelo de evangelização

José de Anchieta é um modelo para todos os tempos, para uma nova evangelização no poder do Espírito Santo
Nascido nas Ilhas Canárias, pertencente a uma grande família de 12 irmãos, o santo de hoje viveu no século XVI. Por motivos de estudo, foi enviado para Coimbra – Portugal, local onde teve o primeiro contato com a Companhia de Jesus e com o testemunho de São Francisco Xavier.
Muitas coisas o levaram a discernir seu chamado à vida religiosa, e aos 17 anos diante de uma imagem de Nossa Senhora, ele fazia o seu compromisso de abandonar tudo e servir a Deus. Anchieta entrou na Companhia de Jesus em 1551, fez um noviciado exigente, e mesmo com a saúde frágil fez os seus votos de castidade, pobreza e obediência, em 1553.
Neste mesmo ano foi enviado para o Brasil, e chegando na Terra de Santa Cruz ele pôde evangelizar. Ainda não era sacerdote. Estudava Filosofia, Teologia, e sempre evangelizando, dando aulas, indo ao encontro dos indígenas. Respeitava a cultura do povo, conheceu a língua Tupi-Guarani para melhor evangelizar. Homem fiel à santa doutrina, à sua congregação e acima de tudo, fiel ao Espírito Santo. Esteve em diversos lugares do Brasil, como São Paulo, Rio de janeiro, Espírito Santo, Bahia etc. Consumia-se na missão.
José de Anchieta é um modelo para todos os tempos, para uma nova evangelização no poder do Espírito Santo e com profundo respeito a quem nos acolhe, a quem é chamado também a ser inteiro de Jesus.
Considerado o “Apóstolo do Brasil”, José de Anchieta foi beatificado em 22 de junho de 1980 pelo Papa João Paulo II, e no dia 3 de abril de 2014 foi declarado santo por intermédio de um decreto assinado pelo Papa Francisco.
São José de Anchieta, rogai por nós!
http://santo.cancaonova.com/santo/sao-jose-de-anchieta-modelo-de-evangelizacao/

São José de Anchieta


José de Anchieta,
canonizado em 3 de abril de 2014

José de Anchieta nasceu no dia 19 de março de 1534, na cidade de São Cristóvão da Laguna, na ilha de Tenerife, do arquipélago das Canárias, Espanha. Foi educado na ilha até os quatorze anos de idade. Depois, seus pais, descendentes de nobres, decidiram que ele continuaria sua formação na Universidade de Coimbra, em Portugal. Era um jovem inteligente, alegre, estimado e querido por todos. Exímio escritor, sempre se confessou influenciado pelos escritos de são Francisco Xavier. Amava a poesia e mais ainda, gostava de declamar. Por causa da voz doce e melodiosa, era chamado pelos companheiros de "canarinho".
Mas também tinha forte inclinação para a solidão. Tinha o hábito de recolher-se na sua cela ou de retirar-se para um local ermo a fim de dedicar-se à oração e à contemplação. Certa vez, isolou-se na catedral de Coimbra e, quando rezava no altar de Nossa Senhora, compreendeu a missão que o aguardava. Naquele mesmo instante, sentiu o chamado para dedicar sua vida ao serviço de Deus. Tinha dezessete anos e fez o voto de consagrar-se à Virgem Maria.
Ingressou na Companhia de Jesus e, quando se tornou jesuíta, seguiu para o Brasil, em 1553, como missionário. Chegou na Bahia junto com mais seis jesuítas, todos doentes, inclusive ele, que nunca mais se recuperou. Em 1554, chegou à capitania de São Vicente, onde, junto com o provincial do Brasil, padre Manoel da Nóbrega, fundou, no planalto de Piratininga, aquela que seria a cidade de São Paulo, a maior da América do Sul. No local foi instalado um colégio e seu trabalho missionário começou.
José de Anchieta não apenas catequizava os índios. Dava condições para que se adaptassem à chegada dos colonizadores, fortalecendo, assim, a resistência cultural. Foi o primeiro a escrever uma "gramática tupi-guarani", mas, ao mesmo tempo, ensinava aos silvícolas noções de higiene, medicina, música e literatura. Por outro lado, fazia questão de aprender com eles, desenvolvendo diversos estudos da fauna, da flora e do idioma.
Anchieta era também um poeta, além de escritor. É célebre o dia em que, estando sem papel e lápis à mão, escreveu nas areias da praia o célebre "Poema à Virgem", que decorou antes que o mar apagasse seus versos. A profundidade do seu trabalho missionário, de toda a sua vida dedicada ao bem do próximo aqui no Brasil, foi exclusivamente em favor do futuro e da sobrevivência dos índios, bem como para preservar sua influência na cultura geral de um novo povo.
Com a morte do padre Manoel da Nóbrega em 1567, o cargo de provincial do Brasil passou a ser ocupado pelo padre José de Anchieta. Neste posto mais alto da Companhia de Jesus, viajou por todo o país orientando os trabalhos missionários.
José de Anchieta morreu no dia 9 de junho de 1597, na pequena vila de Reritiba, atual cidade de Anchieta, no Espírito Santo, sendo reconhecido como o "Apóstolo do Brasil". Foi beatificado pelo papa João Paulo II em 1980. E, canonizado, no dia 3 de abril de 2014. A festa litúrgica foi instituída no dia de sua morte.
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=santo&id=270

São José de Anchieta

José de Anchieta chegou ao Brasil em 1554. Havia apenas alguns aglomerados de aborígines. Chegou aos 24 de janeiro, vigília da festa da Conversão de São Paulo. Educado em Portugal, José provinha daquelas nações que, naquela época, tanto contribuíram para descoberta do mundo, Espanha e Portugal. Veio com o único objetivo de conduzir os homens a Cristo, transmitindo-lhes a vida de filhos de Deus, destinados à vida eterna. Veio sem exigir nada para si; pelo contrário, disposto a dar sua vida por eles.
Jovem e cheio de vida, alegre por natureza, de coração aberto e amado por todos, José de Anchieta soube cativar a simpatia de seus colegas que gostavam de ouvi-lo recitar. Por causa do seu timbre de voz, chamavam-no "canarinho", lembrando o canto dos pássaros de sua ilha natal, Tenerife, nas Canárias. Esse jovem cheio de fé e atento às inspirações e moções de Deus buscava o silêncio, a solidão para orar. Um dia em uma de suas caminhadas, resolveu entrar na Catedral de Coimbra e, diante do altar da Virgem, sentido uma grande paz, resolveu dedicar sua vida ao serviço de Deus e dos homens; fez voto de castidade, consagrando-se a Maria. Tinha nesta época 17 anos de idade. A partir daí intensificou sua vida de oração, demonstrando grande maturidade.
Profundamente impressionado com as cartas de São Francisco Xavier, que contavam as carências de tantos povos e países do Oriente, e desejando seguir tão eloqüente exemplo, decidiu entrar na Companhia de Jesus. E deste modo, pouco tempo depois, veio ao Brasil.
Uma vez missionário, José de Anchieta viveu o espírito do apóstolo dos gentios. Salvar as almas para a glória de Deus, este era objetivo de sua vida. Isto explica sua prodigiosa atividade, ao buscar novas formas de atuação apostólica, que o levavam a fazer-se tudo para todos. Não recusou nenhum esforço para compreender os seus "Brasis" e compartilhar-lhes a vida, tornando-se exímio catequista que - seguindo o exemplo de Cristo Senhor, Deus feito homem para revelar o Pai -, vivendo entre os homens, falava-lhes de maneira simples adaptando-se aos seus costumes. Promoveu e desenvolveu as aldeias, cujo coração era simples a Casa de Deus, onde o sacrifício Eucarístico era celebrado regularmente e onde o Senhor sacramentado permanecia presente.
Padre Anchieta multiplicou-se através de tantas atividades, até mesmo do estudo da fauna e da flora, da medicina, da música e da literatura, mas tudo isso orientava para o bem verdadeiro do homem destinado a ser e viver como filho de Deus. O seu segredo era sua fé: era homem de Deus. Por certo não lhe faltaram dores e penas, decepções e insucessos; também teve sua parte no pão de cada dia de todo apóstolo de Cristo, de todo sacerdote do Senhor, mas jamais faltou a calma, serena e viril certeza alicerçada no Senhor Jesus Cristo, com quem se entregava continuamente para deixar-se plasmar pelo Espírito.
Escreveu na areia da praia com amor o seu poema - que aprendeu de cor: A virgem Maria, mãe de Deus.
A união profunda e ardente com Deus, o apego a Cristo presente na eucaristia, o terno amor a Nossa Senhora, foram as fontes da riqueza da vida e da atividade do Bem-aventurado José de Anchieta.
http://www.acidigital.com/santos/santo.php?n=330
Beato José de Anchieta
Nascimento19 de março de 1534
Local nascimentoTenerife - São Cristóvão da Laguna
OrdemJesuíta
Local vidaPortugal e Brasil
EspiritualidadeAos 14 anos ingressou no Colégio de Artes, anexo à Universidade em Coimbra, destacando-se como um dos melhores alunos e grande poeta. Compunha versos latinos com extrema facilidade e era chamado o "Canário de Coimbra". Em 1° de maio de 1551 ingressou à Companhia de Jesus e iniciou seus estudos de Filosofia. Devido a uma enfermidade em 1553 partiu de Tejo (Lisboa) para o Brasil, onde iniciou seu primeiro trabalho de catequese com os índios tupis. Tornou-se o braço direito do Padre Manuel da Nóbrega, que já estava no Brasil desde 1549. A vida do Padre Anchieta é um tecido de episódios milagrosos. Tal era o domínio que tinha sobre a natureza e sobre os animais que foi chamado "o Novo Adão ". Converteu e batizou muitos milhares de indígenas e assentou as bases da civilização cristã na América portuguesa. Ajudou o Padre Nóbrega na fundação e consolidação da cidade de São Paulo. Teve papel eminente na expulsão dos calvinistas franceses da Baía da Guanabara e na fundação da cidade do Rio de Janeiro. É autor de um famoso poema latino dedicado à Imaculada Virgem, além de muitas obras poéticas e teatrais. Entre 1577 e 1587 foi designado como superior dos jesuítas no Brasil, incentivando ainda mais o trabalho nas escolas e a catequese com as crianças. Faleceu em 9 de junho de 1597, com a idade de 63 anos. Em 10 de agosto de 1736 o Papa Clemente XII declarou ao Pe. Anchieta como "Venerável". É autor de um famoso poema latino dedicado à Imaculada Virgem, além de muitas obras poéticas e teatrais. Foi beatificado em 1980. É chamado como "Apóstolo do Brasil".
Local morteAldeia de Reritiba - Espírito Santo (Brasil)
Morte9 de Junho de 1597, aos 63 anos de idade
Fonte informaçãoSanto nosso de cada dia, rogai por nós
OraçãoBem-aventurado José de Anchieta, missionário incansável e apóstolo do Brasil, abençoai nossa Pátria e cada um de nós. Inflamado pelo zelo da glória de Deus, consumistes a vida na promoção dos indígenas, catequizando, instruindo, fazendo o bem. Que o legado do vosso exemplo frutifique novos apóstolos e missionários em nossa terra. Professor e mestre, abençoai nossos jovens, crianças e educadores. Poeta e literato, inspirai os escritores, artistas e comunicadores. Consolador dos doentes e aflitos, protetor dos pobres e abandonados, velai por todos aqueles que mais necessitam e sofrem em nossa sociedade, nem sempre justa, fraterna e cristã. Santificai as famílias e comunidades, orientando os que regem os destinos do Brasil e do mundo. Através de Maria Santíssima, que tanto venerastes na terra, iluminai os nossos caminhos, hoje e sempre. Amém.
DevoçãoAos missionários e índios
PadroeiroDos apóstolos do Brasil
Outros Santos do diaEfrém (diác); Primo e Feliciano, Vicente, Pelágia, (virgens); Tecla, Mariana, Marta, Maria, Amai, Diomodes, Ananias, Quadrado (mártires); Ricardo, Maximiano (bispos); Columba (abad); Julião (monge); Jorge (bispo).
FONTE: ASJ

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